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mail: rmx + el pupo

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30.7.03


no final, aracy foi bondosa.

Depois de ver a Bruxa de Blair 1 e 2, desisti de assistir filmes de terror. Por força das circunstâncias, abri apenas uma exceção para ver O Chamado, daquela vez em que quase fui assediado sexualmente por uma adolescente pussy in flames, lembra?
Resolvi quebrar o jejum de novo quando soube que o mancuniano Danny Boyle, de Cova Rasa e Trainspotting, dirigia 28 Days Later, título (como eles sempre fazem) muito fielmente traduzido para o português como Extermínio.
Filmando tudo em vídeo digital, ele optou por um efeito granulado que faz parecer que o filme foi rodado em 16mm, que eu adoro...gostei muito disso no filme. No enredo, a história de um cara que acorda num hospital londrino e descobre que a humanidade inteira havia sido... hummm...exterminada após a contaminação da população por um experimento biológico que fugira do controle.
Aí então vêm as cenas em que ele anda por Londres, abandonada e sem viv'alma nas ruas, que eu amei. Não sei por quê, mas adoro cenas como essa, em que lugares tipicamente movimentados estão desertos. Tanto que delirei na cena de Vanilla Sky em que a Times Square aparece completamente vazia. Vai entender...
Mas achei que o indivíduo ali, ao mesmo tempo absoluto e solitário, é uma boa metáfora para puxar o texto que culmina na segunda parte do filme. Depois dessas cenas, o filme fica chato, terrorzão mesmo, com cenas escuras, sustos, claustrofobia e muita tensão. Uma mistura de A Volta dos Mortos Vivos com Resident Evil, ou qualquer coisa parecida. Mas não desista. Na segunda metade diminuem os sustos "sobrenaturais" e então a parte "o homem é o lobo do homem" fica mais evidente. Um filme de terror sobre egoísmo e a natureza humana não é muito comum, é? Apesar de mal ter me recuperado da dose extra de adrenalina, dou 30 mangos para o diretor, Sílvio.

posted by rmx 9:14 PM
escreve akê:

in denial. Eu não vou falar do novo jeans GAP/Madonna. Só dou o número: 350 dólares.
posted by rmx 11:36 AM
escreve akê:

mondo trasho brasileiro de luto. Morreu ontem o Afonso Brazza, aquele bombeiro-cineasta que morava no Gama e fazia filmes que eram bons de tão ruins. Primeiro passo para virar cult.
posted by rmx 11:16 AM
escreve akê:

an olde crushe is back.

[curiosity killed the cat. meow.]

posted by rmx 9:00 AM

escreve akê:

28.7.03


castrado. Computador em casa deu pau - total, acho só a formatação do HD salva. No trabalho, assinei na sexta-feira um termo de uso da internet e do e-mail que me proíbe de fazer qualquer coisa na net que não seja ligada ao trabalho, acompanhado de um gentil aviso de que a gerência da rede e o RH estão de olho...
Não estranhem se os posts minguarem por uns dias. E melou tudo.

posted by rmx 11:33 AM

escreve akê:

24.7.03


don't you forget about me. So long, farewell, aufwiedersehen, goodbye (agora sim, The Sound of Music tem tudo a ver!)
Hoje é o último dia da minha macaca de auditório preferida aqui em Brasília. Em breve, ela se soma à turma daqueles que estão deixando o cerrado rumo à zooropa, afinal, não são nem um pouco obrigados. Assim, vai-se embora mais uma das maiores incentivadoras e assíduas leitoras desta porcaria de blog. Espero que a vida seja gentil com ela do outro lado da poça d'água atlântica e lhe dê tempo e uma boa conexão de internet para que ela continue a ler isso aqui. Até a volta e obrigado!!

p.s. detesto me despedir...argh!!

posted by rmx 2:39 PM
escreve akê:

aqui não tem chanel. Não tem Chanel, não tem Chanel.
posted by rmx 2:06 PM

escreve akê:

23.7.03


manual do anormal. Todo mundo coloca despertador para acordar. O meu, serve para dormir. Como eu estava sendo abduzido pela internet até as 2 ou 3 da manhã, botei o treco para apitar às 23h45 e me lembrar que é hora de acabar o que estou fazendo, tomar banho, fio dental e à 0h30, cama. Só assim para eu deixar de chegar às 10 da manhã no trabalho, como estava acontecendo. E funciona.
posted by rmx 11:34 PM
escreve akê:

mais roteirón. Ontem, voltando do trabalho, passei em frente a uma loja, de tijolinhos e vidro, toda iluminada, que me chamou a atenção na 216 sul. Desacelerei, vi no letreiro, o nome Babel, mesas, garçom e manobrista. Instantaneamente, o meu módulo olheiro-de-restaurante ligou. Banho em casa, dois telefonemas, 10 minutos de caminhada (amo andar em Brasília à noite) atravessando o Eixão e pronto: lá estava eu experimentando mais uma novidade gastronômica da cidade.
O lugar é lindo, um piso de tacos bem retrô, que contrasta com as luminárias e o resto da decoração clean, lembra muito alguns lugares que vi lá por BsAs...adorei. Pena que a visão não é das melhores. Dá de frente para um Giraffas (para quem não é daqui, trata-se de uma rede de lanchonetes brasiliense, um sub-Bobs que vende PF no almoço) e uma academia de musculação (dependendo da freqüencia no dia, pode abrir o apetite ou fazer as calorias do jantar pesarem na sua consciência).
Achei o cardápio criativo e variado (ótimo, porque eu me entedio até de comida), tem bruschettas e risotos, coisas francesas misturadas com orientais e até costelinha de porco. Esta, segundo a etiqueta, come-se com a mão mesmo, jura o simpático e jovem casal dono do lugar.
O preço pode ser um pouco proibitivo para as falidas...e eles fazem todo o marketing da Veuve Cliquot - tipo 200 reais a garrafa, tá? E não aceita crediário da Riachuelo, gafinha.
Mas o atendimento foi ótimo (treinadíssimo, até demais...chega a ficar formal) e o couvert é delicioso. Os pratos, no entanto, estavam so/so...talvez seja por estarem no começo ou talvez eu estivesse sem fome...ou talvez eu não entenda nada de comida mesmo! Volto lá com minha amiga Dona Benta em breve, e daí dou a nota final. Por enquanto, fica a dica.

posted by rmx 11:06 PM
escreve akê:

minutos de sabedoria.
Paying debt to karma you party for a living
What you take won't kill you but careful what you're giving

Depeche Mode - Dream on

posted by rmx 8:29 AM

escreve akê:

22.7.03


trash can. O trash tá podendo!
posted by rmx 11:37 PM
escreve akê:

o que é preciso fazer para impedir que uma gota d'água seque?

Segundo o Dharmanet, Samsara vem do sânscrito e do páli e significa a "existência cíclica, na qual todos os seres estão sujeitos a constantes renascimentos e sofrimentos". É também o nome do filme que vi ontem, filmado no Ladakh, região montanhosa e isolada no norte da Índia onde o budismo tibetano sobrevive.
Ali, longe de tudo e de todos, parece que o tempo passa diferente, sem muita pressa e acho que o filme, para mostrar direito o lugar, adotou esse ritmo também. Tanto melhor. Assim, quem assiste o filme tem tempo de apreciar as belas imagens e locações e tentar conhecer e entender o estilo de vida daquelas pessoas...ou será que isso é apenas meu lado National Geographic falando alto?
De qualquer forma, me apaixonei por aquele alfabeto tibetano...é lindo! Quero aprender a escrever daquele jeito.
E no enredo - e nas entrelinhas - vários dilemas que não é preciso ser budista para entender, porque são dilemas humanos. Nada mal para o filme, feito quase todo com atores não-profissionais, de estréia do diretor indiano Pan Nalin.

posted by rmx 5:59 PM

escreve akê:

21.7.03


consumir é preciso. E como já comecei o dia fazendo clipping mesmo, toma mais uma, do NYT: a Disney vai lançar, em breve, uma nova modalidade de DVD. Ao invés de ser alugado, poderá ser comprado em lojas e supermercados, custará baratinho, não terá special features e...se auto-destruirá em 48 horas. Dizem que a vantagem para o consumidor é evitar os freqüentes atrasos e multas nas locadoras. Ao invés de devolvê-lo, jogue no lixo mesmo.
A tecnologia, batizada de EZ-D, funciona assim: após aberto o pacote, inicia-se uma reação química que, depois de dois dias, deixa o disco preto e ilegível nos aparelhos de DVD. Destino imediato: a lixeira mais próxima.
E para driblar os espertinhos que querem manter uma versão pirata em casa, o DVD terá proteção contra cópias também (OK, seu geek, eu sei que dá para burlar, mas para a maioria das pessoas, funciona). Quem quiser ter o filme em casa deve continuar comprando a versão completa e cara mesmo.
O que não resolveram ainda é o que fazer com as toneladas de polímeros não-degradáveis que vão surgir no lixo das cidades. A Disney jura que já fez um acordo para que uma empresa os recicle e que, além do mais, vai gerar uma economia de combustível e na emissão de gases, pois as pessoas vão deixar de pegar o carro para ir à locadora da esquina para devolver o filme. Então tá, né?

posted by rmx 4:11 PM
escreve akê:

crappy design.

Sequestrei essa imagem do blog do Smile Amarelo só para dizer que, se tivesse um um prêmio de design de merda, sem pestanejar eu o daria para o cara que inventou esse modelo de privada.
Nem tanto pela utilidade da coisa em si, intimamente relacionada com o nome do prêmio, mas pela falta de loção que o cara teve ao colocar aquela caixa d'água atrás do vaso.
O problema todo é que a caixa é mais larga em cima. Assim, quando o homem vai mijar e tenta, altruisticamente, levantar o assento da privada para não molhar tudo, o treco fica num ângulo em que não se sustenta e inevitavelmente cai de volta para a posição horizontal.
Dessa forma, considerando que não dá para segurar o assento e o pinto ao mesmo tempo, nosso querido mijão tem duas opções:
a) Ficar levantando e encostando várias vezes o tampo na caixa para ver se o treco para em pé (a experiência mostra que as chances de sucesso são reduzidíssimas, a sensação não é das mais higiênicas e além do mais, há o risco do negócio despencar enquanto se descarrega a bexiga...desastre!!)
b) Deixar o tampo como está e usar toda a precisão da sua pontaria pintal para evitar que o o mijo respingue o assento. E coitado do próximo que precisar se sentar ali...ainda mais que a maioria das pessoas está C&A para quem vem depois.
E ainda dizem que designers são pessoas que dão soluções simples para problemas complicados...

posted by rmx 3:23 PM
escreve akê:

filmitos.

Nesse fim-de-semana, vi dois filmes: Longe do Paraíso (aquele com a Julienne Moore) e A Última Noite, do Spike Lee, com o Edward Norton. Não gostei muito de nenhum dos dois.
Faltou sal.

posted by rmx 3:01 PM
escreve akê:

makossa. Sobre a festa de black music do sábado, só digo uma coisa: dançar com o Eixão passando por cima da sua cabeça é inexplicável! E a tal churrascaria Floresta é ótima: enorme e com o piso de cerâmica, escorrega que é uma beleza quando está molhado (ou seja, depois de 5 minutos de festa). Mas o equipamento de som que montaram lá era poderoso. Moito hip hop, funk dos anos 80, DJ que sabe fazer scratch e essas coisas. E no auge, abriram rodinhas de breakdance e o povo que estava ao lado sentava no chão para assistir sem atrapalhar o espetáculo. Só não consegui esperar o Leo tocar. Ele entrou às 4, mas eu já tinha ido para duas festas antes e desisti de ficar em pé.
Mas no sábado tem Gandaia, numa chácara no Lago Oeste...eu vou!

posted by rmx 2:46 PM
escreve akê:

se a moda pega... Segundo notícia enviada por Cam, parece que os franceses continuam enjoados de tantas palavras inglesas se intromentendo na língua de Asterix. Agora resolveram criar o seu próprio vocábulo para substituir uma das palavras mais comuns dos últimos tempos: e-mail. O substituto que encontraram foi courriel, contração de courrier electronique, equivalente a correio eletrônico. E acho que estão levando a coisa a sério mesmo - já vi várias vezes a palavra escrita por aí.
Imagina se a moda pega: por aqui, teríamos que adotar o correiel para nos comunicarmos, que tal?

posted by rmx 11:11 AM

escreve akê:

20.7.03


só faltava essa. Vi nesse blog aqui que a Interpol anda dizendo que a pirataria está sendo usada para financiar grupos terroristas ao redor do mundo. A-ham. Depois dessa, haja credibilidade...
E se não te interessa esse tipo de humor, dê uma olhada no blog só para aprender como se faz um layout decente...para não dizer babante!

posted by rmx 9:56 PM

escreve akê:

19.7.03


bad boy killed a superstar.

Estou ouvindo, sem parar, a pegajosa Hooked on Radiation, do Atomizer. Esse é o nome de um projeto do DJ Jonny (sem H mesmo) Slut, ex-KLF (3 a.m. Eternal, alguém lembra?) e um dos responsáveis pela noite trashona Nag Nag Nag, que rola na Ghetto (Antiga Substation Soho...bagaceeeeeeira, socorro!!!!) e é *a* referência do presente em Londres. Anota aí, jet setter desinformada!
E parece que já batizaram a tendência, que mistura electro, punk, disco e house, de freakcore. Se você é daqueles que não vive sem um rótulo novo, anotaê também. Eu já desisti...são tantos!
Sobre a música (Hooked on Radiation) , primeiro saiu pela hypest Gigolo Records, e depois com remixes num white label de edição limitadíssima (500 unidades), pelo selo Ye Olde English Vinyl. Já consegui algumas versões, mas a versão original mesmo já me faz feliz. Tem até um videozinho dela, feito em Flash, aqui. É freak mesmo, olha lá. Mas é tuido...acho que o Pato ia amar!

posted by rmx 8:40 PM

escreve akê:

18.7.03


vip area. Nesta terça fui à estréia d'O Risco, filme sobre o Lucio Costa. Apesar de ser um pouco longo para um documentário, achei bem bom...até porque tem umas partes em que falam de Brasília, emocionantes para o meu sangue candango. E mistura a biografia do homem (incluindo a história chocante da sua esposa, que morreu apunhalada pela alavanca de câmbio do carro - daquelas que ficavam no volante - num acidente idiota de automóvel) com a obra, o momento e o contexto do trabalho do arquiteto. E muitas coisas curiosas da história do planejamento da cidade...olha que eu já vi coisa pra caramba sobre isso e ainda aprendi mais no filme!
E o que mais dá pena é que muito das coisas boas que ele imaginou estão sendo ignoradas e esquecidas...
Mas nem me revolto mais. Engulo e me conformo - isso é o fim, eu sei, mas...
E o auge mesmo foi eu chegando na prémière com o convite gafanhotado do meu chefe. Dei o nome dele na porta e vi que estava marcado de amarelo...a mulher já estava separando o crachá e chamando o cerimonial para me receber...imagina, ia ser tudo eu lá, ao lado do presidente da CEF e da Maria Elisa...eles de terno e tailleur e eu de jaqueta da Reebok!! Já ia dizendo para a mulher que, apesar de v.i.p, eu era uma pessoa muito simples e que não ia precisar de nada daquilo, quando resolvi confessar o truk e falei que estava apenas representando o homi. Tipo assim...me solta!! Eu só vim para ganhar o livrinho!
E aliás, o livrinho é ótemo, tem todos os depoimentos que foram gravados para o filme. Grande parte nem entrou na edição final...para quem gosta do tema, vale a pena ler. Esse eu empresto, ok? Antes que o cachorro coma!

posted by rmx 1:14 AM

escreve akê:

17.7.03


godot afogado. Minha amiguíssima, pernuda, gostosa e recém-turbinada Catarina Accioly estará novamente sob os holofotes neste final de semana (sexta e sábado às 21h00 e domingo às 20h) com a beckettiana Não ficamos muito tempo...juntos*, dirigida pelo nosso querido duo Guimarães. Só não sei se vai rolar os mocinhos pelados e apnéicos no começo, como da outra vez, afinal, agora é na Martins Penna e não no CCBB, mas para as fãs das figurinhas globais, está confirmada a participação de Marcelo Anthony e seu six-pack ab.
* tentei linkar com o post no qual eu havia falado sobre a peça, mas descobri que estava no blog antigo que, creio que por falta de uso, já foi gongado (deletado) pelo Weblogger, que por sua vez, sequer aceita a senha que eles mesmos acabaram de me mandar por e-mail...

posted by rmx 5:54 PM
escreve akê:

rmx reloaded.

Não sei se foi o vinho do jantar de ontem, mas eu, que nunca lembro dos meus sonhos, essa noite tive uns com uns "movimentos de câmera" que eram ótimos! E até câmera lenta rolou! Mais duas noites dessas e acho que vou começar a pensar seriamente em me tornar diretor.
p.s. é ruim, hem?
p.p.s. Não era sonho erótico. Infelizmente.

posted by rmx 9:39 AM

escreve akê:

15.7.03


@fina. E M. contou nos comentários de um certo blog (não sei se posso linkar) do Screwed Down Hairdo que detestava a Rita Lee, até ver uma cena ótema no Saia Justa:
A Rita, que mesmo no ar, tem chupado chupeta para ajudar a largar o cigarro, pega uma carta de uma telespectadora e lê: "Acho que você está dando mau exemplo com essa chupeta".
Então a mamãe, vovó, titia ou sei lá o quê do rock brasileiro, responde, sorrindo:
"Querida, primeiro que isso aqui não é programa pra criança. Segundo, que eu nunca fui bom exemplo pra ninguém. Terceiro, foda-se! Beijo pra você!"
Alguém quer me ajudar a abrir um fã-clube a-go-ra???

posted by rmx 11:12 PM
escreve akê:

carpe.

Hoje a cidade amanheceu nublada e fria. Fosse outro lugar, que não tivesse o céu sempre azul no inverno, talvez deixasse a gente deprimida e solitária. Mas, por aqui, chega a ser motivo de alegria.
Dá vontade de ficar em casa em baixo da coberta, tomando chocolate e ouvindo música antiga bem baixinho, como que para não espantar a saudade de não-sei-o-quê que o céu cinzento traz.
É melancolia também, mas melancolia boa de sentir.
É estar n'outro lugar sem daqui sair.
Mas é preciso sair, sentar-se, asdfgh por horas para comprar a casa, criar a cria e pagar o plano de saúde, e a gente esquece do céu cinzento. E é ele que fica lá, sozinho e melancólico, enquanto a gente fica aqui em baixo, esquecendo de tudo para lembrar mais tarde, um dia, algum dia...

posted by rmx 2:14 PM

escreve akê:

14.7.03


tucanaram a drag queen. "O fundamentalismo religioso, as comunidades territoriais, a auto-afirmação nacionalista ou mesmo o orgulho de denegrir-se a si próprio, invertendo os termos do discurso opressivo (como na cultura das "bichas loucas" de algumas tendências do movimento gay), são todas manifestações do que denomino exclusão dos que excluem pelos excluídos, ou seja, a construção de uma identidade defensiva nos termos das instituições/ideologias dominantes, revertendo o julgamento de valores e, ao mesmo tempo, reforçando os limites da resistência."
Manuel Castells, no livro O poder da identidade (pg. 25).

posted by rmx 1:49 AM

escreve akê:

13.7.03


conclusão. A diferença entre o seguro de automóveis e o ladrão é que no seguro eles te roubam em suaves prestações e você ainda acha bom.
posted by rmx 6:45 PM
escreve akê:

blame marylin manson.

Não consegui identificar direito a autoria dessa foto, mas é de Magdalena Jitrik, res ou Javier Trimboli, argentinos que estiveram em exposição no Malba esse ano.

E ainda estou atrasado com o cinema, esse negócio de aula à noite está atrapanhando tudo. Pelo menos hoje consegui ver Tiros em Columbine e é muito, muito bom.
O Michael Moore sai tentando descobrir porque é que os EUA geram psicopatas que causam massacres como o de Oklahoma ou os estudantes assassinos de Columbine, sendo que em outros países (como o Canadá, onde a pacífica cidade de Windsor fica separada por apenas algumas centenas de metros de lago da violenta Detroit) há também muitas armas, a mesma diversidade étnica, passam os mesmos filmes violentos, têm histórias tão ou mais sangrentas quanto a americana e, mesmo assim, as pessoas não saem matando umas às outras como lá.
Na lista de acusados principais, entre outros, estão a indústria de armamentos, a mídia (racista nas entrelinhas e atrás de espetáculo fácil e irresponsável), grupos herdeiros da tradição da Ku Klux Klan e, é claro, o governo, testa de ferro de todos os outros, interessados, por um ou outro motivo, em criar uma "indústria" do medo e paranóia generalizados...
Dá o que pensar, não?
E isso é só uma parte do raciocínio do filme. Os fatos, estatísticas, imagens e entrevistas que o cara consegue são de cair o queixo. Tem que ver!

posted by rmx 2:46 PM
escreve akê:

setor de diversões com viés étnico sul. E por falar em Ls2, no dia 19 ele vai tocar em mais uma daquelas festas de música black, que andam injetando algum ânimo no decadente centro da cidade, i.e. Conic.
Só que dessa vez vai ser na Galeria dos Estados, numa tal Churrascaria Floresta. O lugar, por dentro, deve ser trashón mesmo, mas em frente tem uma pracinha super legal - passo por lá quando vou de metrô para o trabalho.
Para quem foi naquelas antigas festas do Crex Crex Club na Nova Lapa, sabe como pode ficar legal o clima por aquelas bandas. Estou curioso para ver no que vai dar!

posted by rmx 2:44 PM
escreve akê:

ontem um dia foi depois de amanhã. E a festinha de ontem no Arena foi oro, um vibe ótemo, feliz. O Gui voltou de Paris magro (quero me exilar por lá também! Se bem que eu ia me entupir de macaron au chocolat...nem dá) e com um case renovado e o Leo (LS2), é o cara que toca (usando o Final Scratch - abalant - e fazendo umas passagens muito boas!) o que eu adoro ouvir: funky house shuffled no máximo e uma alminha soul (pleonasmo de própósito) de vez em quando. Claro que eu amo o meu querido progressive também, mas na hora de fazer a cacaueira, nada melhor do que New Jersey e batidinhas, porque combina.
E depois que Belly decretou que eu sou (fiquei) blasé, tomei um dan up e estou adotando a política hello e sorrisinhos para todos, até para as historicamente gongadas, e todo mundo fez a fina. Mas foi fácil, porque o quociente de gente desagradável era quase nulo, e duas Smirnoff Ice operam maravillas no seu sistema nervoso. Y fué lo que fué.

posted by rmx 3:56 AM

escreve akê:

10.7.03


ontem. uô-ô-ô-ô nada mudoooou...
posted by rmx 11:10 PM
escreve akê:

chópi. Além de ser a cidade com mais salas de cinema por cabeça, descobri hoje que Brasília também é a capital do shopping per capita: segundo o Correio, há 18 shoppings no DF hoje, o que representa de 27 a 29 habitantes por metro quadrado de shopping. Já nas grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, esse número é de 55 a 65 moradores por metro quadrado.
E esperem, que em novembro, o tal do Península Shopping, no Lago Norte, vai aumentar a estatística, quando abrir 40 de suas 101 lojas, além das salas de cinema.

p.s. em razão dos comentários, tenho que ressaltar que a informação foi dada pelo mesmo jornal que colocou na capa aquela balela de que a ponte de Brasília ganhou um título esdrúxulo de mais bonita do mundo. Portanto, não levem muito a sério.

posted by rmx 6:34 PM
escreve akê:

hulk with a bulk.

Engraçada foi a história (só podia ser no The Sun mesmo) da menininha inglesa que comprou um boneco do Hulk e, ao notar um volume estranho por debaixo dos shorts rasgados, resolveu despir o boneco e achou a coisa verde enoooorme que vocês podem ver na foto aí em cima.
A mãe ficou revoltada, mas aposto que a menina está doidinha para colocar sua Barbie para brincar de casinha com a nova aquisição...

posted by rmx 2:24 PM
escreve akê:

soooo naïf.

Comentário de um colega de trabalho a um amigo meu, que o levou a passear por Old Compton St.
"Nossa, que cidade tudo, adoro isso aqui...mas que estranho esses pubs, quase não têm mulher...será que é porque elas ficam em casa trabalhando já que não tem empregada?"
1-2-3-hello-o?

posted by rmx 12:13 AM

escreve akê:

9.7.03


E no radinho, em momento lalalá: Praise Cats - Shined on me (Bini & Martini mix)
p.s. eu sei que é meio velhinha, mas quando vi que o Zeed anda ouvindo uma banda mórmon, resolvi tirar um gospel do baú. Amém!

posted by rmx 11:54 PM
escreve akê:

não empurre, não force...
Estamos de patins
Se você nos empurrar
Acho que vamos cair.

Patotinhas *não* é o futuro, mas era legal. Tipo...eu tinha um compacto e acho que elas eram loiras...é quase tudo que eu lembro, na verdade...
Y de ahí, né?

posted by rmx 11:42 PM
escreve akê:

roteirão.

Na quinta tem Barbara no Arena e na sexta, a welcome back party imperdível aí em cima. Sigam-me os bons e abalot!

posted by rmx 11:31 PM

escreve akê:

6.7.03


mc vida feliz. OK, visão empresarial não é lá o meu forte, mas sempre achei que quem teve a chance mas não abriu um café fast food/prét-à-manger à la Starbucks ou Costa Coffe por aqui estava perdendo dinheiro.
Pois a McDonalds saiu na frente e trouxe para cá seus McCafés e assim tornou mais fácil a vida de quem quer engordar com brownies, muffins, croissants, cafés e chocolates nesta cidade. Já fui lá algumas vezes e inclusive hoje, domingo à noite, o treco estava bem movimentado. Também, pudera: sem concorrentes no gênero, é *o* local para quem quer ir comer uma coisinha (ainda mais no inverno, que pede chocolate quente) e tomar um café sem ter que esperar garçom e conta (à lá Marietta & cia).
E apesar do peso da "partícula" Mc no nome, que imediatamente sugere refeição sabor isopor, as comidinhas são até boas. O muffin de morango até tem um Q de Ana Maria mas o brownie é gostoso, não tem aqueles pedaços de nozes (detesto) e o croissant é de croissant mesmo (não é de pão em formato de crescente, como vendem por aí) e é mais gostoso, mais barato e menos gordurento do que o do pretensioso, undersized, overpriced e principalmente overrated Daniel Briand.
E já que o assunto é McDonalds mesmo, preciso confessar: sempre que sai um sanduíche novo deles, fico doido para experimentar. Devo ser sucetível ao marketing da empresa (voltado para as crianças!!) ou então tem algum tipo de propaganda subliminar, sei lá, mas fico super curioso.
Pois nem é Copa do Mundo e os reis da comida à jato resolveram lançar 7 sanduíches com a receita inspirada na comida típica de vários países. Aos poucos, fui provando todos e foi meio trevas. O único que gostei um pouquinho foi o McIndia, sabor frango ao curry (mas vi um menino na fila reclamando que aquela era a pior coisa de todos os tempos). Para fazer o McChina, parece que abriram o pão e tacaram uma colherada de frango xadrez dentro. Uz. O McMarrocos, a.k.a. McKibe, te deixa arrotando aquela massa de trigo e carne por dois dias. Já os outros são tão qualquercoisa que nem me lembro mais o que achei.
Na dúvida, arrisque o cachorro-quente do trailer da 408/409: delicioso, custa menos de 2 reais, pesa cerca de meio quilo e tem tudo o que você precisa e o que não precisa para passar um dia inteiro sem ter de se alimentar de novo.

posted by rmx 11:26 PM

escreve akê:

5.7.03


pasteurizado. O clima de deserto de Brasília pode ser engraçado para os motoristas. Nessa época do ano, deixo o carro no sol, e na hora do almoço com 26 graus, às vezes posso até ligar o ar condicionado para dirigir. Já à noite, saindo da aula ou circulando pela noite, é preciso ligar o ar quente se quiser suportar bem os 10 celsius que andam batendo nos termômetros. E haja saúde para aguentar toda a variação térmica!
posted by rmx 5:37 PM
escreve akê:

aloka. Essa semana, recusei uma viagem de duas semanas para a Europa com tudo pago. A desculpa? Estou com preguiça de viajar e, como Cam, estou com vontade de ficar em casa à toa nas férias para relaxar, já que em viagem, me divirto mas não descanso.
É agora que eu peço para ser internado?

posted by rmx 3:39 PM
escreve akê:

saco. Winamp 3 sucks.
posted by rmx 1:35 PM
escreve akê:

go ahead and keep on dancing. E o Elyvio Blower me contou o nome da música que ele tem tocado no programa e eu amo. Se chama Dancin' 2003 do trio Eric Morillo, Harry Romero e José Nunez. Tem a Jessica Eve (de Shiny Disco Balls) tagarelando num monólogo abusado e um 303 que parece coisa dos primórdios do Hardfloor (tipo Acperience 4 - amo ao quadrado! Referência clássica, tudibom).
Tem para ouvir um trecho aqui no site da Subliminal, o release é o SUB100.
DJs leitores, anotem o nome, toquem para mim e ganharão meu amor eterno!
p.s. Não confundir com a Dancin´original do Morillo, que é um housezinho antigo, daqueles gritados (até bom, mas não tem naaada a ver com essa)
p.p.s. Morillo no Skol Beats 2002 foi inesquecible, né?
p.p.p.s. Resolvi tirar a letra, que não achei em lugar nenhum da web...vai que tem mais alguém procurando:
You told me to meet you here but I couldn't get in
I was told you were dancing and your hands were everywhere
Did you know her? Is she a friend?
I know you know the doorman
Did you tell him not to let me in?
I see how things go now, you just used me for my thrills
Go ahead and keep on dancing
Cuz I've got the pills

posted by rmx 1:12 PM

escreve akê:

4.7.03


fiorde e pianinhos. A Comissão Detectora de Artistas Nórdicos Emergentes apresenta Erlend Øye, mais um norueguês que veio para distrair um pouco esse (pelo menos meu) momento de tédio musical atual. Pop de base eletrônica low-tech-ish (às vezes puxa pro electro, às vezes pro house e às vezes pro leftfield) e com vocais que, apesar de desafinados, são de gente mesmo (nada de vocoder, distorções, efeitos hi-tech ou computadores tagarelas). É o tipo de coisa que nunca vai tocar na Jovem Pan mas também não vai deixar seu pai de cabelo em pé tentando "entender" o que se passa nas caixas de som.
Para quem gosta de background, lá vai: o cara é metade dos "bucólicos" Kings of Convenience, trabalhou em Poor Leno e Rescue Me, do Royksopp e já se misturou com um monte de gente do underpop (acho que acabei de inventar esse termo, na falta de algo melhor) europeu, inclusive o Schneider TM, o doidinho alemão que fez aquela versão bizarra da música dos Smiths.
Do álbum Unrest, Sudden Rush é o primeiro single, mas gostei de cara foi de Ghost Trains (gravada com o Morgan Geist, que por sua vez é metade do Metro Area e remixou The House of Jealous Lovers) e de uma outra, acho que a quinta sexta faixa, que tem pianinhos saltitantes (putz, como vou explicar isso? Tipo aqueles pianinhos nos houses de 1992, sabe?). Ah, sei lá. Baixa e ouve, gafinha, e depois me diga se gostou.

posted by rmx 4:59 PM

escreve akê:

3.7.03


vi primeiro.

Depois de emplacar uma faixa (Zion, aquela da patética cena da "rave") na trilha sonora do Matrix Reloaded, quem chega de álbum novo é o Fluke (aqueles que remixaram Venus as a Boy da Björk e tinham um clip - Atom Bomb - que não saía do AMP MTV). O CD se chama Puppy, cuenda a capinha aí em cima.
O CD só vai ser lançado em agosto e, que eu saiba ainda não tem nem para advance order na internet. Há dias não aparece nada no meu wishlist do Soulseek também. Assim, não posso fazer o review , mas se eles mantiverem o padrão anterior, espere mistureba de estilos, sempre com tempero progressive, coisas muito energéticas e boas para dançar. E vai ser o que vai ser!

posted by rmx 8:00 PM
escreve akê:

yummy.

Agora que ando argentinófilo, imagine a minha alegria ao descobrir que o dono do Chef at Home da 112 norte (um portenho que morava em Porto Seguro, casou-se com uma brasiliense e veio morar na capital) faz as típicas empanadas, que você leva para assar em casa. Claro que não deixei por menos e já experimentei, são boas e têm gosto de empanada de verdade! Pena que a única que ele tem lá a qualquer hora são as de carne. Outras, como a de queijo com cebola, presunto e queijo, ricota e manjericão etc., só por encomenda - que farei em breve, para a próxima edição de lanchinho-com-os-amigos em casa.

posted by rmx 3:09 PM
escreve akê:

you screw it, fake it, you owe me, you can't take it. E em mais um momento "pega ela no truk", ouvindo rádio esses dias notei como o instrumental da música nova do Simply Red (Sunrise) é chupada e cuspida de Scratched, do Etienne de Crecy. Parece até sampleada, mas eles não citam a fonte no disco...
Não deve ser à toa que o próximo single deles se chamará Fake.

posted by rmx 2:33 PM
escreve akê:

things that move too fast.

Correndo, muito...sem tempo sequer para pensar num post! Logo mais conto das empanadas...
Enquanto isso, letrinhas nostalgia descontrol

And I'm running so hard to find it
And I'm running so fast.
And I'm telling you now to leave me,
Our romance cannot last.
And if someday I need to see you,
I'll come back from the past.
I'll come back and find you,
I'll never leave you now.

Running, Information Society.

posted by rmx 9:40 AM

escreve akê:

2.7.03


4th of july.

Só digo uma coisa: as coisas no UK são sempre ótemas.

posted by rmx 1:24 PM

escreve akê:

1.7.03


namu amida butsu.

posted by rmx 9:30 PM

escreve akê:
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re_invigorate

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