qualquercoisa.tk spacer
spacer
spacer

mail: rmx + el pupo

powered by blogger


29.2.04


pelux luxo.

Ele foi o pelúcio que deu origem à série, há coisa de 15 anos. Ele viajou, apertadinho numa caixa, uns 2000 km para chegar até aqui. Pelo menos não passou fome, pois veio bem suprido com um carregamento das deliciosas e gauchíssimas rosquinhas Chaparral.
Ele já ganhou, de primeira, o prêmio de presente mais fofo do ano!
Belly, momô, corações flutuantes all over por aqui também!

posted by rmx 5:57 PM
escreve akê:

sweet sensation. Sorvetim de strudel de maçã da La Basque do Lago.
Lembre-se, Dr. Atkins morreu gordo e "cardíaco", então não se preocupe tanto com a dieta.

posted by rmx 4:06 PM
escreve akê:

oba obá! É a exposição de arte da África no CCBB. Tentei achar o post onde eu falei dela, quando vi lá no Rio mas não consegui, então repito: é incrível, é surpreendente, é linda, é de graça e dá para ver em uma hora ou menos. Então se você está em Brasília ou em São Paulo (a exposição do Rio se dividiu entre essas duas cidades) e ainda não foi, separe um tempinho para dar um pulo lá, mas não perca de jeito nenhum.
posted by rmx 3:57 PM
escreve akê:

manda matar no dia bissexto (e sempre). Gente que fala tome riufínguer para dizer Tommy Hilfiger. Enfia esse seu finger no (pííí), chita do avesso!
posted by rmx 3:50 PM

escreve akê:

28.2.04


botânica. Foi pelo Aqui em D.C. que fui parar no Diário de Lisboa (feito no Type Pad, estou com os dedos coçando para dar o número do meu cartão para eles e conseguir um sistema de blog decente). E foi no blog português (ou melhor, da brasileira em portugal) que descobri que abiu é uma fruta brasileira: de forma ovóide ou esférica, coloração amarela, casca lisa, apresentando látex leitoso que coagula em contato com ar. Viva abiu!!
posted by rmx 10:11 PM

escreve akê:

25.2.04


siguintche. Para o dia 01 de março a Globo está prometendo mudanças no Blogger. Eles já nos intimaram a limitar o tamanho dos blogs a 10 mega, o que só consegui alcançar depois de deletar 5 mega de lixo, imagens não-utilizadas e reduzir no photoshop uma dúzia de imagens que tinham mais de 100kb e foram acumulados em dois anos de postação. Este blog agora está bem no limite do tamanho para alcançar 10 mega no dia 01 - talvez utrapasse alguns Kbytes e só eles sabem o que pode acontecer então.
E pelo termo de adesão que a gente assina quando se cadastra aqui, tudo que é escrito e colocado no blog é propriedade deles, portanto...não há muito o que reclamar.
Sendo assim, já vamos deixar combinado: se de repente este endereço (rmx.blogger.com.br) desaparecer, por favor continuem acessando via http://qualquercoisa.tk - em alguns dias trataremos de arrumar uma outra casa para postar. Porque vício a gente não larga fácil assim não.

posted by rmx 11:57 PM
escreve akê:

comfortably pop. Antigamente eu era muito mais chato (sim, isso é possível) e tomava antipatia infinita de algumas bandas e artistas. Uma vez que entrasse na categoria gongada, não tinha choro nem vela que me fizesse mudar de idéia.
Uma das principais beneficiadas com esse rótulo de vetada-forever foi o Pink Floyd. Sério, poucas coisas podiam (e de certa forma, ainda podem) ser mais abomináveis do que uma daquelas intermináveis viagens progressivas-louconas (traduzindo para chamberlês: entendiante + irritante) do que uma música ou um disco deles. E de quebra, ainda considerava que gostar deles era pecado que, se não redimido por alguma virtude bem convincente, escancarava as portas para incluir o indivíduo na categoria de ser humano quase insignificante.
Outra que eu nunca fui com a cara eram os Bee Gees. Aquela vozinha em falsete me dava nos nervos. Aquele visual cabelón + oclinhos redondos + jaqueta de couro era o auge do podyssimo. Staying Alive de c* é...you know what.
Em resumo: dois grupinhos que, se não tivessem existido, pra mim não fariam a mínima falta.
Agora alguém me explica como é que eu não consigo parar de ouvir música que é uma cover de Pink Floyd que parece cantada pelos Bee Gees e ainda tem o instrumental com reminiscências de Supernature, by Cerrone? Confesso que já tinha ouvido falar da versão dos Scissor Sisters para Comfortably Numb, só que, pelos motivos supracitados, nunca cheguei a ter curiosidade e coragem suficiente para ir atrás da música (que toca no site, se alguém tiver vontade de conhecer). Felizmente, graças a uma conversa numa banca de revistas, fui convencido a buscar o álbum inteiro. Nossa Senhora da ADSL atendeu às preces e cá estou com o álbum no repeat. As canções são popopop, felizinhas, dançáveis e não vão te lembrar de Britney, de Whitney nem de Justin. Precisa de mais alguma coisa?

posted by rmx 11:28 PM

escreve akê:

23.2.04


blame it on the moon/blame it on my youth. Eles às vezes pisam no jazz, na maioria das vezes fazem simplesmente um pop com influências do ritmo de New Orleans, mas o que ambos andam fazendo mesmo é sucesso. E como tem muita gente que gosta do estilo mas talvez ainda não conheçam esses dois, comentemos:

Katie Melua - Ela nasceu na Georgia (não a terra da Coca-cola, mas na antiga URSS, macaca capitalista!). Cresceu em Moscou e foi morar em Belfast, de onde partiu para o sucesso na mídia britânica.
Tem sido chamado de a nova Norah Jones. Como se tivesse dado tempo da outra ficar velha. Mas sabe que até cola? É a mesma vozinha de menina. Afinadíssima, claro, mas nem por isso menos chata...eu gosto de voz é de negona!
As musiquinhas do álbum Call of the Search são de vários estilos, a maioria baladas - algumas só com contrabaixo e piano, outras com violão e arranjos de cordas, quase todas um chororô interminável. Exceção notável é a minha música preferida do disco, a Crawling up the Hill, que é bem animada.
Na verdade, assim como em todo o resto deste blog, não leve muito a sério o que eu disse acima. Estou sendo bastante mau-humorado com a moça. A dica enfim é: se você está com saudade da Norah Jones (que, aliás, acho que lançou um CD novo), consiga esse esse disco, que deve resolver o seu problema.


Jamie Cullum - Só com esse sobrenome já merecia entrar para os anais da história hohohoho.
Não, sério: do disco desse cara eu gostei mesmo. Imagina o Frank Sinatra de tênis? Exagero, porque voz igual à do Blue Eyes, nem nas próximas 45 edições de American Idol. Mas é que o moço é meio que um prodígio. Com 22 anos, pediu no banco um empréstimo para estudos e produziu sozinho o seu primeiro disco, no qual gravou inclusive uma cover de High and Dry do Radiohead. O disco estourou e com isso ele conseguiu um contrato de um milhão de libras (got lotion!?) para o segundo disco, Twentysomething, que foi lançado agora, um ano depois e é tudibom.
Ao contrário da mocinha anterior, ele é bem-humorado e divertido. E mesmo quando quando as músicas são de fossa, não são qualquer música de fossa, daquelas que dá vontade de mandar a pessoa se matar logo hahaha. Até musicalmente, é muito mais interessante: arranjos, ritmos, etc.
A voz dele parece um Robbie Williams sem complexos (putz, isso ia ser complexo para explicar. É um Robbie Williams melhorado, pronto). Fora uma versão de What a difference a day made (num era makes? Mas é assim que ele canta) e uma outra música meio blues (tenho antipatia pelo estilo), gostei de todas as faixas.

p.s. Deditos, até que essas músicas das quais falei hoje nem são tão esquisitas assim, né?. Espero que dessa vez tenha dado pra entender.

posted by rmx 6:36 PM

escreve akê:

20.2.04


le touche du bois de poche.

Atraiu má-sorte? Bate na madeira. Três toquezinhos são mais que suficientes para espantar o azar. Mas em que madeira, nesse mundo pós-industrial onde tudo é feito de plástico e metal? Sai correndo até o térreo e encosta na primeira árvore que aparecer? Agarra aquele pé de pimenta que você comprou no supermercado pra espantar o mau-olhado e depois pergunta se valeu?
Esqueça isso tudo! O seu problema acabou. Chegou o bate na madeira de bolso. Feito do mais genuíno carvalho não-envernizado e gravado a laser, este retângulo de madeira é a última palavra no mundo dos amuletos com estilo.
Não, não se trata de uma invenção Tabajara nem é vendido pela empresa das meias Vivarina e Facas Ginsu. O mais novo objeto indispensável de consumo é simplesmente um produto exclusivo de uma das casas mais hypadas do planeta, a maison Colette, de Paris.
A prática invenção, de dimensões reduzidas, cabe em qualquer bolso. Desde que, é claro, se retire dele os 11 euros pedidos pela loja em troca do amuleto. Dá uns 40 reais, hoje.
Não tem dinheiro ou não achou graça nenhuma? Azar seu.

posted by rmx 3:28 PM
escreve akê:

o bom filho à casa torna. Choppinho?
posted by rmx 2:50 PM
escreve akê:

lunchtime. A conversa ontem começou com um inexplicável cheiro de curry surgido no ar. Logo mudou para desejos de grávida e comidas esquisitas, até que a grávida que fazia parte da roda disparou:
- Outro dia vi na TV que as mulheres na Coréia comem a própria placenta depois do parto.
Reação generalizada de eeeeeeeeerghhhh!!! no recinto. Após alguns detalhes sobre a aparência da placenta, a futura mãe continuou:
- Mas sabe que nem é tão incomum assim? A Cássia Kiss também comeu a dela.
Então tá. Bom apetite.

posted by rmx 11:25 AM

escreve akê:

19.2.04


lima-nagoya non-stop. Li num site que abriram em SP um restaurante que combina comida japonesa e peruana. Haja mistura étnica. Só faltou o chef ser o Alberto Fujimori.
posted by rmx 11:30 PM
escreve akê:

vírgula. Eu adoro a vida, poeirenta.
posted by rmx 4:56 PM
escreve akê:

um minutinho, por favor. Hoje o tema do Festival do Minuto vai ser Cidades. Pros urbanófilos, um bom programa. Pros não urbanófilos à toa na vida, também. Afinal, a entrada é franca e, se estiver ruim, tudo o que você tem a fazer é se levantar da poltrona e tchau.
Se hoje eu não tivesse o programa "Esfihas com a J-Leo" para cumprir, já estaria lá.
p.s. acabo de ler que "a idéia é estimular a produção e desenvolver propostas de identidade local, confrontando-as com as de outras localidades. Proporemos que os criadores façam seus vídeos de 1 minuto com a seguinte frase na cabeça: por que sou candango? O que me diferencia de um carioca, gaúcho, pernambucano, paulista ou parisiense?". Abalot. Acho que as esfihas podem atrasar um pouquinho...

posted by rmx 4:48 PM
escreve akê:

where in the world... is Belly San Diego?
posted by rmx 4:02 PM
escreve akê:

assumida. E a Thalia confessou: "Adoro a vida poeirenta".
E eu digo: Sério?

posted by rmx 2:40 PM
escreve akê:

você tem que me amar. E segundo uma pesquisa anual feita pelo Gallup com 1000 americanos, o Brasil é o sexto sétimo país mais querido pelos ianques. Perde para os anglófonos Austrália, Grã-Bretanha e Canadá. Fica atrás também da Alemanha, do Japão e do México. No entanto, há dois anos vem ganhando da França. Ao que tudo indica, os gringos até hoje não se curaram totalmente da síndrome de Freedom Fries.
posted by rmx 10:51 AM
escreve akê:

a cor da mentira. Ontem, assisti ao filme Revelações. Talvez ele se salve porque é baseado em um romance cuja história é super interessante. Mas o filme em si...não sei. Essa coisa do racismo americano raramente me empolga.
Todavia, gostei da trilha sonora, muitos jazzinhos. E de duas cenas: aquela em que o Anthony Hopkins dança com o Sinise e aquela outra em que a Nicole Kidman conversa com o corvo e o pede em casamento. Tantos significados em umas poucas frases.
E por falar em Nicole, ela até que tenta fazer a white-trash revoltadinha, mas não adianta. Sempre vai ter cara de gente certinha e não vai convencer - erro do diretor de elenco, né?
Bom, ao menos valeu meus 5 reais e o Haagen-Dazs numa noite sem-nada-pra-fazer de quarta-feira.

posted by rmx 10:06 AM

escreve akê:

18.2.04


horse and carriage (o retorno). Prometo que é o último post sobre love & marriage, pois já deu. Esta foi dita pelo Dan Savage, comentando as manobras de Bush & cia contra a união de pessoas do mesmo sexo nos EUA: "Primeiro, os conservadores acusaram os gays de serem promíscuos. Agora, querem impedí-los de se casar. O que eles querem que nós façamos? Que simplesmente desapareçamos da face da Terra?"
Bingo.

posted by rmx 12:01 PM

escreve akê:

17.2.04


just like a lock without a key. Dizem que o amor romântico, tal como o conhecemos*, não existia no ocidente (e se calhar, alhures) antes da Idade Média. Não que o homem ainda não tivesse desenvolvido córtex cerebral suficiente para ter consciência além da dos animais. Isso não, afinal Hamurabi, Moisés e Átila, o Huno, pareciam bastante conscientezinhos para mim.
Talvez por culpa da expectativa de vida. O povo morria com 30 ou 40 anos, não dava tempo de se apaixonar muito não. Era só trabalhar, transar, guerrear um pouquinho e tchau. Ou talvez por causa do atraso na odontologia: as pessoas deviam ter um bafo insuportável demais para ficarem juntinhas por mais de dois minutos.
O fato é que essa "natureza" transcendente do romance é coisa relativamente nova, e foi só no século XX que ganhou um momentum tal que foi possível instituir o dia dos namorados, data que hoje em dia só perde em termos de efeito deprimente para o Natal mesmo.
Embora a pressão contra aqueles que estão sozinhos não dê descanso durante todo o ano, a quantidade de marketing rosa-e-vermelho dessa época (12 de junho aqui e 14 de fevereiro lá pra cima), eleva ao quadrado a obrigação social de estar junto. E ai de quem ousar passar um dia comum ao invés de enfrentar duas horas na fila do motel ou de encher o quarto de velas aromáticas, preparar comidas afrodisíacas, etc.
Nos EUA, imagino eu, o bombardeio marqueteiro deve ser 20 vezes maior. Eis que não é nenhuma surpresa que é lá mesmo onde surgem várias reações organizadas contra a ditadura dos coraçõezinhos.
Gente que cai na real de que às vezes se está acompanhado e às vezes não e que ficar ao lado de alguém não precisa ser algo a ser buscado a qualquer custo. O argumento geralmente transita entre a solteirice convicta e o bom e velho "qualidade-sobre-quantidade". O que acho bastante realista, num país onde o número de lares que não são formados por casais já chega a 40%.
Os sintomas já aparecem há algum tempo em seriados como Will & Grace e Sex and the City, em que a solteirice é que dá o show. E um dos grupos "rebeldes" mais divertidos são os Quirkyalones, "a community of independent thought on singledom, life, and love" que inclusive instituiu um dia internacional...exatamente no dia dos namorados (de lá)!
Os interessados que preparem logo a sua ficha de inscrição, afinal, nosso 12 de junho está chegando...

*o amor-amor e seus respectivos neuro-mediadores (obrigado, Filipo) existe desde sempre, vide as historinhas de Eros, o banquete de Platão etc etc etc.

posted by rmx 11:20 AM
escreve akê:

por que eu amo... Cam Selsaf: "A Nigella é uma deusa, render-se é uma questão de tempo".
Comentado no blogue dele, que lasca o léxico diariamente.
E só para constar: o tempo que levei para me render aos posh-poderes da deusa doméstica foi de mais ou menos 12 segundos.

posted by rmx 11:01 AM

escreve akê:

16.2.04


new romantics (cupidoína composta). Por conta do dia de São Valentim, uma mistura de dia de Santo Antônio com Dia dos Namorados em alguns países, o assunto está em voga. Mas não foi numa revista de variedades, e sim no The Economist, um dos principais sites de economia do planeta, que achei uma das coisas mais interessantes que li sobre o "fenômeno" amor, nos últimos tempos.
Diz o site que, na natureza, a fidelidade nunca foi a regra. Mesmo entre os mamíferos, o topo da cadeia evolutiva, apenas 3%, incluídos aí os Homo sapiens, são monógamos.
Há tempos a ciência vem estudando os fatores que levam à monogamia. Destrincham os nossos laços afetivos e tentam relacioná-los a nomes como vasopressina, oxitocina, dopamina, serotonina e outras inas que, combinadas de um ou outro jeito, acabam realizando aquilo que é popularmente conhecido como a "química do amor".
Outros neurocientistas, como a que escreveu esse livro chegaram a conclusão de que os sentimentos de atração física, paixão (aquela deliciosa obsessão, comum no começo do namoro - que, aliás, remédios como o Prozac podem fazer desaparecer, por causa do seu efeito sobre a serotonina) e o amor em si (uma ligação de longo prazo, que mistura sensações de estabilidade emocional, segurança, conforto etc.) são fenômenos que, embora possam coexistir, surgem separadamente, cada um com seus próprios mecanismos químicos e agindo em porções diferentes do cérebro.
Em resumo, não é impossível que um distinto senhor ame profundamente a sua esposa, tenha um romance com outra pessoa e ainda olhe para a bunda das goshtosa na rua, vez por outra dando, quem sabe, uma escapadela com alguma delas. Se é eticamente desejável, não está em questão - o que os doutores estão dizendo é que é simplesmente "natural". E as diferenças entre os indivíduos estão inclusive "no sangue", passando de geração a geração pelo código genético.
Claro que, por cima disso tudo, vem um milhar de fatores culturais e sociais. Mas que é intrigante pensar que o que estamos acostumados a enxergar como meras escolhas de comportamento podem ser, na verdade, incontroláveis impulsos darwinianos, ah, isso é.

posted by rmx 8:15 PM
escreve akê:

CCCP, 1924.

Aelita. Porque futurismo é isso aí!

posted by el pupo 5:02 PM
escreve akê:

ráusi na veia.

Se nos próximos meses você começar a achar que está louco, ouvindo a voz do Robert Smith sobre uma base house em alguma pista de dança, não precisa reforçar a dose do Haldol. É ele mesmo, o Sr. Cure, que emprestou o seu chororô (adoiro) para o novo single do Junior Jack, que se chama Da Hype. E, embora a música seja igual a todos os outros houses-com-filtrinhos do mundo, deve ser *o* hype mesmo, aposte. Assim como outras faixas do novo álbum do cara, esse aí da fota (amei muito a capa!!), que com certeza ainda vai animar muitos passinhos rebolativos ao redor do mundo.

posted by rmx 12:13 AM

escreve akê:

15.2.04


Domenica domingava ...
...num domingo linda no Soulseek e encontrou *a* parceria:
Bonnie Tyler & Fábio Jr - Sem Limites Pra Sonhar.
Melhor, impossível!

posted by el pupo 6:53 PM
escreve akê:

mais roteirón. E ainda na série lugarzinhos, ontem fui conhecer os novos cinemas do aeroporto. São da rede do Cine Academia e têm inclusive as mesmas poltroninhas vermelhas cafonas. Assim como na Academia-mãe, o espaço para as pernas não é nada generoso, mas pelo menos a tela é ok...e não tem aquele horrendo carpete do clube.
O filme foi a comediazinha argentina Apaixonados, mais ou menos uma versão castellana e em 35mm da novela Barriga de Aluguel, com aquele Pablo num-sei-quê (preguiça googlal, sorry) que fez Plata Quemada. O filme em si não tem nada de mais, mas pelo menos o roteiro não deixa o ritmo cair e não te obriga a olhar o relógio, impaciente, a cada 10 minutos.

p.s. e acabo de achar no gúgou acusações de que o filme usa estereótipos negativos dos gays. Lê akê, engajada.

posted by rmx 5:22 PM
escreve akê:

imperdible. A Rappel (210 norte), que é, de longe a minha confeitaria preferida do poeirón, foi reformada nas férias. Já que não pude mais viajar e comer o doce original, fui para lá comprar um tiramissú de consolação e encontrei um lugar totalmente diferente. Bem maior, uma decoração mais elegante, programação visual chique, novas comidinhas e um novo horário (até 11 da noite, ótimo para ir matar a mini-fome depois do cinema), funcionando conjuntamente com o restaurante. Enfim, está tirando o grande atraso que antiga loja feinha sofria em comparação com a comida e o serviço. Que venham mais prêmios.
posted by rmx 5:12 PM
escreve akê:

Mandamatar dominical. Por falar em não julgar, hoje saiu uma materiazinha patética sobre indies no Correio. Não dá nem para linkar porque a p*rra do site é só para assinantes. Mas também, f*da-se, a matéria é uma m*rda mesmo, ninguém merece.
posted by rmx 5:02 PM
escreve akê:

e=mc². Como na física, em que velocidade e o tempo dependem do observador, quando se fala em arte, é prudente adotar um certo relativismo. É o que muitos críticos fazem ao preferir descrever a obra e dar a sua opinião pessoal sobre ela do que emitir um juízo de valor. Em resumo, o mais correto seria, ao invés de dizer "é bom", concluir "eu gostei", e pronto. Especialmente no caso do cinema, em que a fronteira entre a arte e o entretenimento às vezes chega a ficar invisível.
É assim: não adianta explicar para o fã de American Pie que a direção do Bergman é um espetáculo, que a Nouvelle Vague foi o que foi, e que ele não deveria gostar tanto de um filme x porque o Wim Wenders já fez a mesma coisa há 15 anos. Vai ter o mesmo efeito que tentar convencer um viciado em Godard de que as piadas de Austin Powers são cheias de ironias e referências que raramente se encontra no cinema. É quase certo que vai dar com os burros n'àgua. Dificilmente alguém vai deixar de gostar de um filme que o divertiu ou, de uma hora para a outra, baixar a guarda-cult e entrar numa sala para assistir o filme da Julia Roberts porque entendeu que a proposta daquelas duas horas de película não é mudar a sociedade nem ser o mais novo manifesto artístico, mas simplesmente uma historinha para encher lingüiça e passar um pouco de tempo da nossa vidinha marromenos.
Por isso também que esse sistema de estrelinhas, bonequinhos e outras medidinhas que os jornais e revistas adotam nas suas resenhas de filmes nunca podem ser levados muito à sério. Isso para não dizer que é uma coisa completamente insana usar a mesma classificação para recomendar Eisenstein e Simplesmente Amor.
E pensando melhor, não chego ao extremo de um amigo meu que já decretou a completa inutilidade da cítica, mas talvez eu seja mesmo a favor do fim das "estrelinhas". Se essa idéia é boa, não sei. Mas eu gosto.

posted by rmx 12:47 PM

escreve akê:

13.2.04


everybody wants to be Bollywood. Numa fria manhã de fevereiro, numa distante cidade da Índia, inboxes se agitam com a nova estréia cinematográfica:
Vijaya - Gente, estreou Cold Mountain (leia-se: Jude Law em tela grande) vamos assistir?
Gopala - Será que é bom?
Vijaya - Repito: Jude Law em tela grande. What more do you need?!
Gopala - O único que tem o poder de me fazer assistir filme sem precisar saber sobre o que é, é CF, o Irlandês.
Amartya - Hmmm... Parece que é no estilón de Paciente Inglês (é do mermo diretor, o Minghella Pinguela). Mas eu confesso que o JL, o Americano, tem um poder semelhante ao de CF, o Irlandês, sobre mim. Conexão Montana-Dublin descontrol!
Vijaya - Hahahahaha. É, pego o pique de CF, o irlandês e do JL, o americano e eu ainda tenho uma coisa muito muito forte por HG, o inglês. Mas vamos ver o Jude?? Please, please, pretty please!

posted by rmx 11:36 AM

escreve akê:

12.2.04


Polônia, 197?.

É uma propaganda comunista. Diz "De orelha a orelha".
Será que é anúncio de headphones soviéticos?

posted by el pupo 12:53 PM
escreve akê:

bóra?

Nova série, Objetos, com tema inspirado sempre em um objeto de uso cotidiano indispensável numa festa. Na Série Objetos n.º 1 o tema vai ser o rodopiante, refrescante e indispensável ventilador. Os corredores, as escadas, as pistas de dança serão inundados por vento e música by Isn't + The Six (eletrônica) e Dog Daia + Dona (hip hop, miami bass)
Amanhã, dia 13, às 23:00h no subsolo do Teatro Dulcina - Conic
Para entrar, só 10 reais, mas não se apresse: vendas somente na bilheteria da festa.
Dica para as meninas: todas de calça, para não fazer a Marilin Monroe e depois dizer que foi sem querer, que já não cola mais, ok?

posted by rmx 11:10 AM

escreve akê:

11.2.04


susan miller, predict this. Você já experimentou acordar, ir para mais uma quarta-feira qualquer de trabalho, por uma curiosidade totalmente inexplicada surgida no meio da manhã, googlar o seu próprio nome e daí descobrir que foi nomeado para um concurso público que você fez há 4 anos e cujo prazo final para tomar posse era naquele mesmo dia?
Eu já.

posted by rmx 11:34 PM
escreve akê:

colgado

posted by el pupo 12:25 PM
escreve akê:

próxima parada:
São Pedro do TURVO! KKKKK

posted by el pupo 3:03 AM

escreve akê:

10.2.04


Corta!

E ainda no quesito películas, soube que o Fernando Meirelles foi o indicado para melhor diretor no Oscar, quando na verdade o filme foi co-dirigido (isto é, a direção foi dividida igualmente) entre ele e a Katia Lund. Só que a Miramax, que vende o filme por lá, não "entendeu" isso e deixou o nome da diretora paulista de fora na hora de enviar a candidatura. Quando soube disso, ela nem reclamou, afinal, achava que jamais teriam chance de ganhar qualquer coisa. Só que agora que a indicação virou realidade, a coisa está feia, né? Não que eu desse algum átomo de crédito para a premiação de Hollywood, mas...
E por falar nisso, a cerimônia dessa vez vai ser transmitida com 5 minutos de atraso em relação à realização. Dizem que é para dar tempo de editar, no caso de ocorrer algum outro bafão mundial, como o discurso do Michael Moore no ano passado...

posted by rmx 5:11 PM
escreve akê:

mushi-mushi, o retorno. Já falei do filme Encontros e Desencontros aqui, mas finalmente achei alguém que concorda comigo:
"É difícil compreender a badalação em torno de Encontros e Desencontros, o filme de Sofia Coppola. É uma historinha de quase-amor num cenário de caricatura do Japão. Onde viram "sutileza", vê-se apenas o envolvimento superficial de dois americanos entediados durante uma viagem. As gags preconceituosas e a atuação de Bill Murray atraem o público; mas o que há para ler nas entrelinhas além do fato de que os dois devem enfrentar a crise de seus casamentos? Eles não se dizem coisas interessantes; não vão além da apreensão simplista dos outros; não fazem nada afora se divertir toscamente."
Daniel Piza, tou contigo e não abro.

posted by rmx 5:04 PM
escreve akê:

la lok ho chi minh.
Sonhei que entrava no blog e tinha mudado o template - um treco meio rosa-e-bege(!)- e contávamos com novo colaborador: Antônio Francisco de Rocha e Souza.
Passèig! Sonhar com blog pode? [E bóra postar aê, rmx?]

posted by el pupo 12:11 PM

escreve akê:

9.2.04


momento (h)indie.

Depois de debater com ella e ele a natureza tardia da manifestação indie em pessoa (a minha), pego carona no falatório fofoquento e faço coro pra que os Pixies venham ao Brasil em maio. Parece que a banda, desfeita há 10 anos e reunidos no ano passado, viriam para um festival em Curitiba, mas muito se boata e pouco se confirma. Tampouco o site dos Fadinhas inclui a terra do nevoeiro no roteiro. Mas a esperanza è l'última che morre! E seria uma boa desculpa pra conhecer CWB.
*fernando, e por aí, o que se diz?

posted by el pupo 8:19 PM

escreve akê:

8.2.04


"La Florida, muchas formas de verla!"
Música alta. Cerveja. Uísque (Balla, argh!). Energético. Champa, ou prosecco, sei lá. (Os 3 últimos graças ao muambeiro do LLL.)
... _ _ _ ...
Já é difícil curar ressaca braba depois dessa mistureba. Tudo fica muito, muito pior quando você acorda, sem nenhuma razão, com um refrão trevas duma propaganda de 1998 do Escritório de Turismo da Florida... socorro!

posted by el pupo 6:47 PM

escreve akê:

6.2.04


onde esse mundo vai parar? Dito pela irmã de uma amiga, em tom bem maternal, no almoço: "Aaaaai, eu queria tanto ter um filho gay. Mas tudo bem, se ele não for, vou amá-lo do mesmo jeito."
posted by rmx 4:28 PM

escreve akê:

5.2.04


lalalaaaaaaaaaaa do housinho-naftalina com a letra trukada pra caber.
You been broken down
to the lowest turn
been on the bottom line
sure ain't no fun
but if you should be evicted from your home
just move somewere else
and still carry on
Hold on, hold on, hold oooooooooooon
The only way is up, baby!!

posted by rmx 11:50 PM
escreve akê:

fotolog, o fenômeno. Se você fuçar com um pouco de curiosidade a lista de fotologs por país hoje, vai achar números mais ou menos assim:
Nos EUA, país de origem do fotolog: 19.000 usuários
No Japão, terra dos camera freaks por excelência: 3200 usuários
Reino Unido e Alemanha: Cada um com uns 60 milhões de habitantes ricos e 1300 fotologs.
França: Mais ou menos a mesma população e só 800 fotologs.
E agora, os fenômenos inexplicáveis:
Portugal: 9 milhões de habitantes nem tão ricos e quase 2000 fotologs
Chile: Um punhado de gente e 12 mil usuários
Brasil: Não sei quantos milhões em ação e 170.000 (!!!!!!!!!) usuários!

Alguém, por favor, tem alguma hipótese que ajude a desfazer a minha cara de ponto de interrogação?

posted by rmx 5:02 PM
escreve akê:

Calada noite preta.
"Jonas Rocha, um capitão reformado e pai de seis filhos, conhece Carmen Maura, uma historiadora viúva que também tem seis filhos. A união dos dois cria uma família numerosa e divertida que tem um inimigo comum: os vampiros da cidade. Natasha é um destes vampiros. Ela vendeu sua alma ao terrível Conde Vladimir Polanski ter sucesso como cantora de rock. Em suas vidas passadas, Jonas e Natasha eram Rocha e Eugênia, um casal apaixonado. Revoltado com esta história, o conde passa a perseguir Natasha e a família do capitão. Também em Armação dos Anjos, moram o vampiro Matoso (pai de Matosinho e Matosão) e Jurandir, um bandido que assaltou um gângster por engano e se disfarçou de padre."
Quem também amava a família Matoso? E achava a ruivinha sardentinha apaixonada pelo vampiro-do-bem Fábio Assunção uma chata? E não faz a menor idéia do que quer dizer "calada noite preta", cantada pela Fancha Leonel? Essa novela é *a* referência mesmo! Auuuuuuu...

posted by el pupo 4:38 PM
escreve akê:

perfume du jour. Comfort Fragrâncias Especiais - Passioníssimo. By Unilever.
posted by el pupo 4:35 PM
escreve akê:

comment du jour. "O Inácio me ajuda taaaanto..." by Angel.
posted by rmx 4:21 PM
escreve akê:

wishlist.

E na próxima semana chega às lojas a caixa com 6 DVDs contendo a primeira temporada completa do seriado 24 horas. Custa em torno de 150 reais e então vou ficar torcendo para que chegue às locadoras também (alguém sabe se isso pode acontecer?). Porque na verdade, se eu fosse gastar grana assim, botava mais um pouco e encomendava meu box set das temporadas 1 a 4 de Absolutely Fabulous, que isso sim, é seriado para ter em casa.

posted by rmx 4:08 PM
escreve akê:

Qual é a novela?

posted by el pupo 3:29 PM
escreve akê:

bóra? (deletado por força de mongolice maior) Bem, como eu ia dizendo, gente retardada é foda.
posted by rmx 3:29 PM
escreve akê:

excuse me. Eu não suporto gente mongol!!!!!!!!!!!
Obrigado.

posted by rmx 10:37 AM

escreve akê:

4.2.04


the joys of leiturinhas. Já não era sem tempo. Abriram no poeirón uma filial da deliciosamente charmosa rede carioca, Livraria da Travessa. Ainda não conheci o filhote candango, que fica no prédio do CCBB e tem ao lado um café (outra novidade, que fazia falta por ali), mas já estão contando que há planos para uma muito maior, de 600m², a ser aberta em algum local ainda não revelado na zona central da cidade. Tenho um palpite de que pode dar bem certo, até porque Brasília é a cidade que mais lê no país (proporcionalmente, claro). Enquanto isso, da tão esperada FNAC, não sentimos nem o cheiro...
posted by rmx 2:51 PM
escreve akê:

reeca profy. Vem um amigo e mostra um novo curso da FAAP (SP) sobre gestão do luxo. No currículo, "o universo do luxo", "a gestão do luxo" e "a estratégia das marcas e produtos de luxo". O precinho também é um luxo: 20 parcelas de 1800 reais, para ter aulas só aos sábados. Eu sei, não é caro, sou eu que ganho pouco, né?
E o melhor foi a outra amiga que disse: "Gerir o luxo tudo bem. Mas passei com apenas 200h para se absorver todo o universo do luxo. É muito pouco!!". Finas. Finíssimas.

posted by rmx 10:24 AM

escreve akê:

3.2.04


ainda no momento Capricho.
Cheguei ao fundo do po(st)ço. Baixei cinco músicas do N'Sync. Tô ouvindo. E amando! "You're tearing up my heart lalalala..." Alguém me ajuda, por favor? Daqui a pouco isso aqui vira novelinha e meus posts vão ter fotinhos do Giane.
(Graças a Deus e ao rmx que esse blog tem uma firme política editorial!)

posted by el pupo 10:21 PM
escreve akê:

Mis futuras vacaciones.


Desenhei aqui.

posted by el pupo 9:03 PM
escreve akê:

tranca-rua.
Rua Haddock Lobo, Sampa. Balada de 6a-feira. Transcrevo o diálogo:
"Ela estava lá... bisonha e glamurosérrima. Eu tb. Bêbado. Cutuquei:
- Oi... tem um amigo meu de Brasília que te adora. Posso tirar uma foto com
vc?
Ela abriu um sorrisão:
- Claro. Mas... peraí, não é pra macumba, não, né?
- Não...
- Fala pro seu amigo que se ele fizer macumba com a minha foto o pau dele
vai cair!"
**********
Obrigado, amêgo! Agora dá licença que vou fazer uma farofa e comprar vela preta!

posted by el pupo 1:48 PM

escreve akê:

2.2.04


The Joys of Brodagem.
Local: rua Teixeira de Melo, Ipanema. A banca do jornaleiro na esquina com a Prudente. As pessoas entravam e saíam sem notá-lo. Ele, sem camisa, cabelo bagunçado, cara de cachorro abandonado. Pendurado num plástico. Em 12 fotos.
Meu amor pela Bisonha Exú-tica está seriamente abalado por esse fugidio contato com o Inácio. Quem for ao Rio por favor me traga o calendário 2004 dele!

posted by el pupo 10:24 PM

escreve akê:
spacer

re_invigorate

Get Firefox