qualquercoisa.tk spacer
spacer
spacer

mail: rmx + el pupo

powered by blogger


31.3.04


patrick vs. morris. Há mais de um ano, a cidade de Nova Iorque baniu, em pleno inverno, o tabaco em todos os lugares públicos fechados. A população fumante se revoltou por ter sido obrigada a ir congelar os dedos enquanto dava suas pitadas na calçada, mas a proibição ficou. Há poucas semanas, Brasília, embora com bem menos neve, também aderiu e lançou restrições parecidas. A legião dos pulmões-sujos não tardou a correr para um juiz e implorar por uma decisão que os permitisse manter o vício onde bem entendessem. Liminar pra lá, liminar pra cá e hoje nem sei bem onde a história foi parar.
Só sei que na verdejante Irlanda, onde 1/3 da população fuma e onde consumir cerveja + cigarro nos pubs é, mais do que um hábito, uma verdadeira tradição, o tabaco também acaba de ser banido. Lá, a ordem vale para o país inteiro e ainda assim, 80% da população e até mesmo 60% dos fumantes foi a favor.
Claro, assim como aqui, logo apareceu gente alegando que a decisão vai causar desemprego porque os fumantes vão deixar de ir aos pubs e bla bla bla. O que não fizeram aqui foi uma pesquisa que mostrou mais pessoas estão dispostas a ir aos pubs quando deixar de haver tanta fumaça. Claro, há bem mais "bebentes" do que fumantes.
E enquanto não cai a ficha aqui no poeirón, os empresários de lá já estão se virando. Criam fumódromos abertos, instalam cinzeiros nas calçadas e já estão até mesmo vendendo cigarros de ervas (que ervas??) para aqueles que não dispensam uma fumacinha. Bem melhor do que ficar reclamando.

posted by rmx 10:54 AM
escreve akê:

2. Às vezes a sabedoria popular não tem nada de sábia. Outras vezes, o mesmo ditado pode ser genial.
O de hoje é "Tudo o que sobe, desce". Perfeito.
E não, nada a ver com viagra, macaquita. What goes around, comes around.

posted by rmx 12:56 AM

escreve akê:

29.3.04


o céu de brasília.

The only way is up, baby, for you and me.
(Acho que ja postei isso antes. Viva 89)

posted by rmx 10:51 PM
escreve akê:

declaração do dia: "Eu até topava!!"
ahahahhaha
Eu só digo uma coisa: a sra. é pooooooooooodreeeee!!!

p.s. desculpem-me todos os outros 4 leitores do blog, mas é que essa é bem impublicável meixmo.

posted by rmx 4:47 PM
escreve akê:

googlism du jour. Como as pessoas vieram parar akê:
- Lokas mediterrâneas
- Fogões da marca Dako
- Guia de cabelereiros de Porto Alegre

posted by rmx 2:54 PM
escreve akê:

novelinha. Sábado, fui correr da chuva, pisei em falso no meio-fio e torci o pé. Apesar da dorzinha momentânea, passei o resto da tarde ótemo e só à noite, quando parei de vez para assistir um filme, é que o treco começou a latejar. Tive de cancelar com todo mundo a festinha do Morcef (que já soube que flopou) e tomar um dorflex para aliviar a dor.
Como não tinha a mínima condição de sair para jantar, fiquei em casa mesmo e fui mimado com uma pizza assada ad hoc. Lá para o quarto ou quinto pedaço notei que ela parecia "meio fria".
- Não esquentou direito, reclamei.
Foi quando prestei atenção e vi que o queijo havia saído borbulhando do forno e que a pizza ainda fumegava.
Conclusão: o dorflex meio que anestesiou a minha boca. Dedução brilhante: minha língua, a essa altura, já estava toda queimada mas eu só iria sentir no dia seguinte.
Quando eu acordasse, porque o comprimido também fez a minha pressão cair e eu praticamente desabar na cama antes mesmo de acabar de jantar.
Ô sorte.

posted by rmx 2:43 PM

escreve akê:

28.3.04


Para o alto e avante, camaradas!

Poucas coisas poderiam ser mais americanas do que os ideais de justiça e superioridade e o uniforme azul e vermelho do Super-homem. Pois imagine se, ao invés de cair nas redondezas de Smallville (Pequenópolis ninguém merece), o super-meteoro tivesse ido aterrissar na...Ucrânia!
Pois um um escocês chamado Mark Millar imaginou primeiro, escreveu a história e a publicou há pouco mais de um mês.
No enredo, o homem de aço comunista se torna o braço direito de Stalin e luta contra Lex Luthor, que sem um Clark Kent para atrapalhar seus planos, acabara se tornando presidente dos EUA. Segundo o autor, a nova versão da fantasia é uma sátira da America de Bush. Engajada ou não, de tão inusitada já me deu vontade de ler.

posted by rmx 3:24 PM
escreve akê:

confirmadíssimo. Pet Shop Boys no Brasil, nas seguintes datas:
30 de maio (domingo): Porto Alegre - Gigantinho
1 de junho (terça): São Paulo - Via Funchal
2 de junho (quarta): Rio - ATL Hall
4 de junho (sexta): Recife - Classic Hall
5 de junho (sábado): Fortaleza - Marina Park

Excursãozinha?

posted by rmx 1:25 PM

escreve akê:

26.3.04


pura aritmética. Dizem que os ingressos para os shows da próxima turnê da Madonna em Londres se esgotaram em 10 minutos. Detalhe: as entradas, que começaram a ser vendidas por 175, acabaram saindo por 225. Libras esterlinas. Multiplique por 5 para saber mais ou menos o quanto dá em lascas tupiniquins.
Já nos EUA e em Toronto, para ter direito a ver e ouvir a popstar mais famosa do planeta cantando ao vivo, desembolsar-se-á cerca de 700 dólares.
Que mais eu poderia dizer?

posted by rmx 4:17 PM

escreve akê:

25.3.04


spice up your life. Primeiro soube dos Snidey Blues, os comprimidinhos que andam matando gente à beça lá pelas terras do Rei Artur mas ninguém consegue saber direito do que são feitos.
Agora, descobri que tem maluco fumando/inalando/comendo uma tal de Salvia divinorum, plantinha usada em rituais sagrados pelos índios Mazatec, do México, aparentada com a nossa conhecida e temperosa sálvia e também com a menta.
A viagem herbal pode durar uns 15 minutos e, pelo menos até agora, não tem nada de ilegal - é uma planta que qualquer um pode cultivar em casa e dá até uma florzinha simpática.
Só que a informação objetiva para por aí. A descrição das sensações dessa fitoterapia especial são coidiloco. Tem gente que diz que o colocón faz enxergar o mundo como se você fosse algo sólido e imóvel como uma estátua. Outros dizem que o universo se rasga como se fosse papel (!!), ou que a pessoa vai para uma dimensão onde o ar é sólido, as leis da física são diferentes etc e tal. No fim, todos dizem que saíram da experiência mudados.
Bom pra eles. Mas eu vou ficar só no curry mesmo, obrigado.

posted by rmx 4:45 PM

escreve akê:

24.3.04


masalaland.

Cingalês é o adjetivo pátrio usado para designar aquilo que provém da ilha do Ceilão, o pedaço de terra cercado de água que fica ali, ao pé da Índia e que abriga a República do Sri Lanka. Não é à toa que a comida dos dois países têm mais do que algumas semelhanças - usam moito curry, leite de coco e outros temperinhos que podem fazer salivar ou cospir fogo, a depender do paladar do comensal.
Quem estiver disposto a pagar 50 pilas para se refestelar com um banquete dessa exótica cozinha pode aproveitar o festival que o restaurante Lake's da 402 sul está fazendo de hoje até sexta-feira. Só não me pergunte se o preço da bebida, para amainar o inevitável ardido dos condimentos, está incluído.

posted by rmx 2:24 PM
escreve akê:

one nation under dogville. Engraçado, sei lá por quê, mas o novo filme do Lars von Trier só estréia em Nova Iorque nessa sexta-feira, sendo que aqui em Brasília a película já deve estar há pelo menos uns dois meses em cartaz. Poderia até começar a me orgulhar com um "passou aqui primeiro" (hahaha, grands coisa!), se acaso tivesse ido assistir ao filme, mas disperdicei a chance de passar pelo menos uma vez na frente dos habitantes da Grande Maçã...
posted by rmx 10:12 AM

escreve akê:

22.3.04


na linha "males que vêm para bem".

Em Sob o sol da Toscana ela é uma escritora que vive em San Francisco e está se divorciando do marido que, ao invés de extorquí-la exigindo uma pensão, só quer ficar com metade da casa e ainda se oferece para comprar dela a outra metade.
No dia em que se dá o divórcio, sai para bebemorar com um casal de lésbicas (repito: é San Francisco) que lhe dão de presente uma passagem de classe executiva com direito a fugir totalmente da realidade e participar em uma excursão gay (alegria, alegria - nada melhor para uma recém-divorciada) pela Itália.
No meio do caminho, se apaixona por uma villa em Cortona, que consegue comprar pela metade do preço porque uma pomba fez cocô na sua testa. Então ela fica por lá mesmo, no meio do cenário ocre-e-verde da Toscana, ao lado de um monte de gente que se veste como se fossem uma vitrine Zegna (tuido no contexto). Sua poupança é inexplicavelmente suficiente para passar pelo menos uns dois anos reformando e mobiliando uma casa de 300 anos, tomando Chianti no quintal, fazendo viagens de um dia para Roma e Positano, cozinhando para seus operários poloneses (hype-ouvrier no contexto integrativo.int) e, de quebra, transando com o Raoul Bova.
A pergunta é: alguém merece essa vidinha?
E quando a gente já tava acostumando com o mundo dos sonhos, tem que sair do cinema dentro de um shopping com pessoas andando de chinelo e bermuda indo tomar coca na méqui dônaudis. É dura a realidade, gente, é dura. Mas o ser humano se adapta. É, se adapta...

posted by rmx 11:47 PM
escreve akê:

taloka em angostura.
-- Quero meu hype em house progressivo!
Ouviu, Agniezka? ;-)

posted by el pupo 4:29 PM

escreve akê:

19.3.04


receituário prático de como fazer um flyer uzê.
1) Descubra que o som da festa vai ser house (por sinal, com um dos meus DJs preferidos do momento e do memento)
2) Pense num trocadilho engraçadinho para o nome da festa. Chegue ao genial resultado Vir(h)o(u)se.
3) Não contente, bole uma frase de efeito para ter certeza que as pessoas entenderam o trocadilho do título: "Essa vai te pegar" (!!!!!). Para não deixar barato, escreva essa senteça (ameaça?) num cantinho, usando algum dos diveeeersos tipos (fontes) disponíveis no editor. As outras fontes, reserve para espalhar pelo resto do flyer.
4) Gafanhote a capa do CD Twisted Disco da Hed Kandi - que tem duas mulheres de biquini, que delícia!

5) Troque o fundo preto da imagem gafanhotada por um efeito gráfico coloridinho. Por cima de tudo, coloque um enorme fone de ouvido voador. Envolva tudo com uns raios de energia à la Ghostbusters (afinal, 1984 é *a* referência). Coloque a obra de arte resultante do lado da frase de efeito genial que já está no cantinho.
6) Por cima de tudo desenhe uma imitação de selinho redondo informando que o DJ convidado é residente do "melhor clube de eletrônico de S.P." (não esqueça os pontinhos separando as letras, super necessário). Seja lá o que for "eletrônico". E seja lá de onde tiver saído essa classificação de "melhor clube".

Pronto. Coloque o resto das informações com as outras fontes que não foram usadas e seu flyer estárá no ponto para ir para a gráfica e para ser distribuído em todos os postos de gasolina da cidade. Com a cabeça fria de que se a festa não encher ou só der gente nada-a-ver, a culpa não foi sua.

fyi: ainda assim eu vou na festa porque adoro o Morcef e sou fã do Drezin.
p.s. esqueci de comentar da frase "um lugar que você pensa que conhece...". Mas nem precisa.

posted by rmx 9:52 PM
escreve akê:

mil linhas de fuga.

Amanhã rola mais um dos dark-rooms sonoros de Pedrinho + André. Não fui das outras vezes, mas agora não perco.
Sabe-se lá que tipo de experiência multi-sensorial se passa lá dentro. Tanto melhor, que assim aumenta o efeito-surpresa.
Só não digo "nos vemos lá" porque no escuro pode ser meio difícil...

posted by rmx 12:21 PM

escreve akê:

17.3.04


memória curta. Já falei mal da música Hear my name, do Van Helden, aqui? Tão ruim que já até deletei o mp3. E isso é grave.
posted by rmx 10:48 PM
escreve akê:

jet-setters-globetrotters-multi-nútil. Hoje é dia de São Patrício. Em homenagem a essa solene data de importância mun-di-al (ahahaha) é hoje que publico a primeira edição do
Mini-atlas qualquercoisa.tk de nacionalidades potencialmente hypáveis (tenho adorado os pleonasmos ultimamente). Às minhas apostas:
1) Irlandeses. Guiness, São Patrício, Wilde, Joyce, Neil Jordan, leprechaum e trevo de quatro três folhas são só o começo da história. Tendo sido um runner-up no ano passado, perderam para os escoceses, mas dessa vez creio que chegam lá. Nos anos 1800 as batatas do seu país foram atacadas por uma praga que quase matou todo mundo faminto. Uma porção deles fugiu do país e foram ser the hands that built America. A outra metade foi ser cidadã (Nossa Senhora da Concordância Verbal, rogai por mim) de segunda classe na Inglaterra. Agora, com uma injeção adicional de dindin anglo-franco-germânico da UE, eles estão de fato ricos. Na primeira metade deste ano, a presidência vai estar na mão deles. Eles são um país de ruivos. Eles falam inglês com o sotaque esquisito. Eles tinham terroristas desde muito antes de você aprender onde fica o Afeganistão. E eles deram ao mundo o Colin Farrell.
2) Poloneses. Assim como os irlandeses, eles são quase 100% católicos (até porque uma multidão de judeus foi para o beleléu pelas mãos nazistas) . Como tudo indica que o Papa vai morrer esse ano, devemos ouvir muito falar do seu país natal. Assim, talvez seja melhor aprender logo a diferença entre Cracóvia (linda, histórica) e Varsóvia (capital bombardeada e um tanto cinzenta). Dizem que a queda do Muro começou mesmo foi lá, em Gdansk. 40 milhões deles vão entrar para a UE daqui a 3 meses. Eles têm ***** (suprimido pelo editor). Como os ingleses, eles tomam chá e à russa, adoram uma vodka. Inesquecíveis: Chopin e Krystof Kieslovski. Discutíveis: Agniezka Holland (Filhos da Guerra é um dos meus toptop filmes da adolescência, mas o resto...). Comprinhas no haut-monde: jóias polonesas e arte barroca (de preferência roubada e adquirida no mercado negro por $$$$$$). Dispensável: musiquinhas e dancinhas folclóricas, não importa o tipo. Melhor do que a Embaixada: o restaurante polonês que fica escondido no meio de Copacabana, cujo nome me esqueci, mas onde a comidinha é do bem.
3) Chineses. A economia deles está crescendo mais do que bolo com fermento Fleischmann. Eles são uma potência nuclear. Causaram pânico mundial alastrando uma doença que provavelmente surgiu por falta de higiene. Falam uma língua que ninguém consegue aprender. Eles são mau-humorados e escarram sem pudor no meio da rua. Eles vão dominar o mundo. E se você ainda não experimentou da culinária Sichuan, corre o risco de já estar ficando para trás.

posted by rmx 4:23 PM
escreve akê:

Urbania.

Há quase um ano o Zeed viu e comentou, só que por causa do horário ingrato, nunca consegui assistir ao filme. Mas hoje ele passa à meia-noite no Cinemax (os sem-cabo e assinantes da Net e Sky que se virem). Se Nossa Senhora das Olheiras na Quinta-feira deixar, vou assistir, porque parece que o filme tem uns questionamentos meio existencialistas que me atraem diumtanto.
O roteiro é baseado numa peça chamada Urban Folk Tales, em que um cara, ao rodar NYC à procura de alguém, se depara com vários tipos esquisitos - ou lendas urbanas, se preferir - que tornam o enredo misterioso e a cidade surreal.
Fatos & fotos: o filme foi rodado em 18 dias com orçamento de apenas 225 mil dólares, sendo o primeiro filme depois de Star Wars I a fazer a pós-produção 100% digital.

posted by rmx 4:04 PM
escreve akê:

basiquinho. "...they are so obsessed about being beautiful and sexy, and they are always alone. And I tell them that the more they dress for sex the less sex they will have. It's so basic, but they don't seem to understand me."
Foi Miuccia quem disse. E eu concordo tanto.

posted by rmx 11:14 AM
escreve akê:

engrasadinho. Tem coisas que só um contador de visitas faz para você. Hoje vieram parar aqui procurando downloads de tipo de arrotos e filmes de sexo de grasa (sic).
Então tá.

posted by rmx 1:00 AM

escreve akê:

16.3.04


I love Bianca. Eu poderia repetir um post del Pupo e falar bem da boate D-Edge. Isso implicaria elogiar também o DJ, cujo nome não faço idéia mas que não deixou a pista esfriar um segundo com seu progessive tude, e o Tatá, que tá ainda mais tudo do que antes. Poderia também pegar carona no self-hyped Xingu recém-reinaugurado e render loas ao fundamento electro-champagne du jour.
Mas nada, nada do meu fim de semana se compara ao momento em que, num inferninho do centro de São Paulo, ao som de músicas fundo-do-baú desenterradas por Johnny Luxo e meio a uma fauna diversificada que ia de fashionettes (incluindo La Patolino e seu novo namorado, uma mistura de Bob Marley com Eagle Eye Cherry do Mundo Bizarro) ao trash-indefinível, ela apareceu.

Fez um show de 5 minutos, durante os quais todos ficaram paralisados (exceto os fotologgers e videomakers - capítulo à parte - de plantão) enquanto ela se despia do seu vestidinho comportado e andava de um lado para o outro da mini-pistinha, dublando uma música disco-trash à la Frenéticas cujo refrão repetia algo como "já sei professor/tudo sobre o amor". Considerando que a criatura exótica em si diz-se professora de inglês numa escola pública de Barueri, faz todo o sentido.
Eis que após o show, meu amigo - o que tirou a foto aí em cima - arrastou a musa-trash para o meu lado, convencendo-a a tirar uma foto com o amigo de Brasília que tinha vindo apenas para assistir o show dela. De tão sem-graça, não consegui balbuciar nada além de "adorei o seu show" (hahahaha), ao que ela agradeceu muito, mega-simpática. Então sacodiu o cabelo na minha cara e posamos para uma foto que só não posto aqui por causa das espinhas que a poluição paulistana fez surgir no meu nariz acostumado ao puro ar do planalto central.
Bem depois, na hora de ir, esbarramos com ela novamente na saída. Ela fez questão de se despedir com beijinhos, agradeceu milhões, me desejou boa viagem e completou, rindo da própria auto-depreciação: "Divulga meu nome por lá, hem? Espalha ele pelos bueiros".
Seu desejo é uma ordem, querida Bianca.

posted by rmx 12:48 PM

escreve akê:

15.3.04


estado atual. Lutando contra o jet lag. Novos posts assim que eu parar de bocejar.
posted by rmx 11:44 AM

escreve akê:

11.3.04


a solitária vida do viajante independente. Arranjar companhia para viajar não é fácil. Arranjar companhia para viajar para o exterior, é bem difícil. Arranjar companhia para viajar para a Tailândia, a Romênia e a Turquia é praticamente impossível.
Um dia os pacotes à la Soletur ainda me rendem.

posted by rmx 3:53 PM
escreve akê:

é meu, vi primeiro. E o que foi o Lúcio Ribeiro só chegando agora no assunto da "cupidoína composta", que postei akê há quase um mês?
Folha, me contrataê, eu viro jornalista rapidinho. Nem precisa pagar bem, já que é praticamente para escrever blog uma vez por semana.

posted by rmx 1:55 AM
escreve akê:

alvorada.

foto: Salomon Cytrynowicz

posted by rmx 1:11 AM
escreve akê:

f*ck it.
I tried to be a boy
I tried to be a girl
I tried to be a mess
I tried to be the best
I guess I did it all wrong
That's why I wrote this song.

posted by rmx 12:33 AM

escreve akê:

10.3.04


argh!!!! ¿Qué pasó con Barbs, Heli e Cordê?
Voltem, meninas!

posted by rmx 9:58 PM
escreve akê:

lux luxo luxor.

Obelisco de Luxor, Place de la Concorde, Paris
"Se você estiver com uma linda taça de Dom Pérignon gelada, no terraço de um restaurante parisiense, com vista para árvores e o sol de outono, você vai se sentir a pessoa mais luxuosa do mundo." Parece que ela sabia mesmo das coisas.

posted by el pupo 6:59 PM
escreve akê:

mandamatar du jour. Felipe Dylon. Precisa explicar? Experimenta ver a criatura abrir a boca para falar. É mais irritante do que qualquer outro ídolo teen da história.
E quem deixou ele fazer cover da cover de Musica Ligera?

posted by rmx 2:35 PM

escreve akê:

9.3.04


alguém vai e pega o CD pra mim?

É que, mais uma vez, vou perder essa festa por não estar em Brasília!

posted by rmx 7:37 PM

escreve akê:

8.3.04


peguinha. Atenção para não confundir:
Dirty Pretty Things, do Stephen Frears, com
Bright Young Things, do Stephen Fry.
Qualquer semelhança é uma puta coincidência.
E pior é que nenhum dos dois chega por aqui logo...

posted by rmx 11:45 PM
escreve akê:

vovó viu o vilão. Visões de um brasiliense degredado no Rio de Janeiro quando de volta à sua própria terra, akê (no post do dia 08/03, que o diacho do weblogger não dá o link).
Até que, pensando bem, o Poeirón não é tão mal assim.

posted by rmx 10:52 PM
escreve akê:

enganei o bobo. Fiz incursões quase diárias à rua onde iam abrir o Hanuri, um restaurante de comida (teoricamente) coreana. Claro que só de saber a especialidade da cozinha, a veia gastro-multi-culti pulsou mais forte e nem me preocupei em descobrir em que consistiria a tal culinária da Coréia. O máximo que ia acontecer seria eu me deparar com um filé de cachorro cozido com algum molhinho exótico.
Hoje, achei o lugar aberto e não hesitei em entrar, apenas para descobrir que eles trucaram tudo. Para começar, fizeram uma decoração super de restaurante chinês. Até aí, tudo bem, afinal, todos têm o olhinho puxado mesmo. Mas então descobri que eles montaram um buffet em que metade é sushi e a outra metade é comida chinesa. De "coreano" mesmo só tinha uma acelga e um pepino recheado, temperados com pimenta, além de um pastelzinho amassado de nirá.
Deveriam incluir a palavra truk no Código do Consumidor.

p.s. curiosidade fonética: você diz: co-ri-a-no, co-rê-a-no ou co-ré-ano?

posted by rmx 9:01 PM
escreve akê:

mais hindiventures. Sábado, 3 da manhã, num cais qualquer de um lago no interior de um exótico país-continente. Lua cheia, falta do que fazer. Ao longe, ecos de salsa, hip hop, forró e calipso.
Vijaya: Fulaninho me contou que tá vendendo Kit Kat no Extra.
Amartya: Sério? Vamos lá?
Gopala e Vijaya: Vamos! Vamos!
E o automóvel de Amartya corta a cidade à toda. Carro, carro, carro, sono, sono, sono...muitos assuntos proibidos e finalmente chegam ao Extra.
Gopala, surpreso: Ah, mas o Kit Kat é nacional!!
Amartya, decepcionado: E é chunky! Eu não gosto do chunky.
Vijaya, solidária: É, é chunky...
E os três avançam nos chocolates, quase esvaziando a prateleira.
Então Vijaya recomenda: Leva mais um pro Gupta! Eu adoooooooooooro o Gupta.
Gopala: Hmm, boa idéia. Vou levar mais um pro Gupta.
Depois de pagar, abrem ansiosos os seus pacotes.
Amartya: Não é igual!
Vijaya: Não é igual!!
Gopala: hmmmmm...não é igual!!!!

p.s. não é pra entender mesmo não.

posted by rmx 8:48 PM

escreve akê:

7.3.04


maoridade. Deu ontem na CNN que já está na linha de exportação o hip hop feito pelos Maori da Nova Zelândia. Dizem que eles colocam um boné, uns óculos escuros, cantam no mais perfeito inglês kiwi e que tem gente que gosta e compra.
posted by rmx 11:32 PM

escreve akê:

6.3.04


receita de sonho.

1) Compre uma fábrica abandonada num bairro tradicional de uma certa capital da América do Sul.
2) Lance um concurso entre arquitetos para escolher o melhor entre projetos de transformação da área abandonada em uma cidade cultural.
3) Enquanto não constrói a tal cidade cultural, aproveite o verão para realizar um festival de dois meses oferecendo teatro, exposições, instalações, filmes (incluindo cinema mudo com trilha sonora feita por DJs ao vivo), concertos, recitais, desfiles de moda alterntiva, atividades circenses, literatura e uma feira gastronômica.
4) Compre uma passagem - pode ser classe econômica mesmo, tem problema não - e mande para o meu endereço postal. Gracias.

posted by rmx 11:00 PM

escreve akê:

4.3.04


bagdá é akê. Eis que uma consultoria americana montou uma classificação com as melhores cidades do mundo para se viver. Para comparar a qualidade de vida das 215 cidades avaliadas, consideraram as condições políticas, sociais e econômicas de cada uma, além do trânsito, os serviços de saúde, as ofertas culturais e o meio ambiente.
Enquanto os alemães ficaram se perguntando por que raios Frankfurt (em quinto no ranking) ficou à frente de Hamburgo (que só alcançou o 24º), os brasileiros tiveram que amargar um 118º e um 107º para Rio e SP, respectivamente. Ambos atrás de Buenos Aires e Santiago. Brasília, a brasileira que se saiu melhorzinha, não passou do 102º.
O que mais prejudica a nota é a criminalidade. Em uma escala de 0 a 10 (sendo 10 uma situação da mais perfeita paz), o Rio obteve nota 1 e São Paulo, nota 2.
Se servir de algum consolo, Bagdá, com seu atentado terrorista diário já incorporado à rotina da cidade, foi a cidade que ficou no fim da lista geral. Ganhou zero nesse quesito.

posted by rmx 12:19 AM
escreve akê:

jogotón. E hoje (quinta) reabre o BPM club. Prometeram que o espaço vai estar reformulado. Será que dessa vez vou lá conhecer? Acho que sim, porque a sexta-feira vai ser house. E no sábado, parece que vai ser o Mau Mau. Pra quem gosta dele (o que não é o meu caso): arremessem-se.
Enquanto isso, alguém me explica porque alguns sites tem essa tela que se abre automaticamente e na janela onde você digitou o endereço fica uma página bem inútil? Não consigo entender.

posted by rmx 12:05 AM

escreve akê:

3.3.04


ensoneração. Não está no dicionário nem nos manuais de Direito Administrativo. Mas se não existia, eu inventei.
posted by rmx 8:49 AM

escreve akê:

2.3.04


gosto é igual c*. Algumas pessoas acham uns sites péssimos, outros os adoram. Mas esses aqui, ninguém pode dizer que não são uz.
www.undp.uz
www.gov.uz
www.usembassy.uz
www.britain.uz e www.bcc.com.uz.
e por falar nisso
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz...

posted by rmx 1:32 PM
escreve akê:

panfletage du jour.

É nessas horas que eu me lembro que a The Economist é a revista mais inteligente e consistente que conheço. Corações flutuantes pra eles... e viva o liberalismo, viva!

[nota rmx-ica: cuen que a matéria não tá no conteúdo exclusivo e dá para ler no site!]

posted by el pupo 11:08 AM

escreve akê:
spacer

re_invigorate

Get Firefox